Evangelho1

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Para deixar de Fumar


Ajuda para NÃO FUMAR!
(...) Se você esta tentando para de fumar, larga o vício, as chances de ser bem sucedidos são maiores se estiver preparado para os obstáculos. Quais são os mais comuns?
- DESEJO DESESPERADO POR NICOTINA.
Esse desejo costuma atingir a intensidade máxima no período de três dias após o ultimo cigarro e depois diminui depois de duas semanas... Mesmo anos depois, porém, você talvez sinta vontade repentina de fumar. Se isso acontecer, não tome nenhuma ação precipitada. Espere uns cinco minutos, e o desejo passar.
- OUTROS SITOMAS DE ABSTINENCIA
No começo, as pessoas acham mais difíceis ficar acordadas ou se concentrar e pode ser que ganhem peso com mais facilidade. Outros possíveis sintomas são: dores, coceiras, suor intenso e tosse, além de mudanças de humor evidenciadas por impaciência, propensão á raiva ou até depressão. A maioria desses sintomas diminui dentro de quatro a seis semanas.
Nessa fase critica, há algumas coisas que você pode fazer ajudar. Por exemplo:
. Reserve mais tempo para dormir
. Beba bastante líquido, água ou suco. Como alimentos saudáveis.
. Faça exercícios com moderação.
. Respire fundo e imagine ar puro enchendo seus pulmões.
-FATORES DESENCADENTES:
Trata-se de atividades e sentimentos que podem desencadear um forte desejo de fumar. Por exemplo, se você bebia algo enquanto fumava, tente tomar aquela bebida mais depressa. É claro que com o tempo você poderá apreciar sua bebida com mais calma.
Em vista do que foi dito, conexões psicológicas podem pendurar muito tempo depois de seu corpo estar livre da nicotina. (...) mas, via das regras, a relação do cigarro com atividades específicas enfraquecerá com o tempo.
A situação é diferente quando o cigarro está associado a bebidas alcoólicas. De fato, no período em que estiver parando de fumar, você talvez precise se abster de álcool e evitar lugares onde essas bebidas são servidas, pois uma alta porcentagem de recaídas ocorre enquanto a pessoa está bebendo. Por que isso acontece?
- poucas doses de álcool bastam para aumentar o prazer causado pela nicotina.
- em geral, há uma forte relação entre beber socialmente e fuma.
- o álcool afeta o bom senso e deixa a pessoa mais desinibida. ...
EVITE DAR DESCULPAS
UMA TRAGADA NÃO VAI ME FAZER MAL.
Apenas uma tragada pode satisfazer até 50% de certos receptores de nicotina do celebro por três horas. Os resultados costumam ser uma recaída completa.
FUMAR ME AJUDA A LIDAR COM O ESTRESSE
Pesquisas mostram que anicotina na verdade aumentam os níveis dos hormônios do estresse. Qualquer aparente alívio do estresse pode ser um grande parte do resultado da ausência temporária dos sintomas de abstisnêcia.
JÁ FUMO HÁ MUITOS ANOS
O pessimismo enfraquece a determinação...
EU NÃO VOU AGÜENTAR OS SITOMAS DE ABSTINÊNCIA.
È verdade que os sintomas de abstinência são fortes, mas eles diminuíram de intensidade em poucas semanas. Então, não desista! Se der vontade de fuma meses ou até anos depois, isso vai passar, provavelmente em apenas poucos minutos. - desde que você não acenda um cigarro.
TENHO UM DISTURBIO MENTAL.
Se estiver tratando um distúrbio mental, como depressão ou esquizofrenia, peça a ajuda de seu médico para parar de fumar...
SE EU TIVER UMA RECAIDA, VOU ACHAR QUE SOU UM FRACASSO.
Se Você tiver uma recaída- como acontece com muitas pessoas que tentam para de fumar-, sua situação não estar perdida simplesmente se levante e continue em frente. Uma recaída não significa um fracasso. Desistir é que é um fracasso. Então, não desista com o tempo. Com o tempo, você vai conseguir!
VOCÊ CONSEGUE!
Chegou a hora de ser corajoso e agir... Que outras coisas você pode fazer para aumentar suas chances de parar de fumar?
Marque uma data - o departamento de Saúde humanos, dos EUA, recomenda que, depois de ter decidido parar de fumar, você não deve esperar mais do que duas semanas para fazer isso. Assim sua motivação não enfraquecera. Marque o dia em seu calendário, avise seus amigos e não altere a data mesmo que as suas circunstâncias mudem.
Faça um carta anti-fumo - escreva nele coisas que podem manter você motivado, como:
Os motivos de você querer para de fumar
Os telefones de pessoas que você pode procurar quando se sentir que esta preste a ceder.
Pensamentos - talvés textos bíblicos como( gálatas 5: 22, 23)- que vão ajudá-los a alcançar seus objetivos.
Tenha seu cartão anti-fumo sempre com você e leia-o várias vezes por dia. Mesmo depois de ter parado, recorra ao cartão sempre que der vontade de fumar.
Mude seus hábitos relacionados ao fumo - antes da data marcada, comece a romper qualquer hábito relacionado com fumar. Por exemplo, se você fuma logo que acorda de manhã, faça isso uma ou duas horas depois. Se fuma durante a refeição ou logo em seguida, quebre essa rotina. Evite lugares onde as pessoas fumam. E, quando estiver sozinho, ensaie em voz alta: “ na , obrigado. Parei de fuma.”. essas dicas farão mais do que prepará-lo paro o dia marcado. Também servirão de lembrete de que logo você será um ex-fumante.
Acerte os últimos detalhes - a medida que a data se aproxima, faça um estoque de subtítulos orais: palitos de cenoura,chicletes, amendoim. Etc. lembre seus amigos e familiares do dia em que você vai parar de fumar e de como eles podem ajudá-los. Pouco antes do dia, livre-se dos cinzeiros, isqueiros e qualquer outra armadilha - como cigarro espalhados pela casa, no carro, nos bolsos ou no local de trabalho. Certeza é mais difícil pedir um cigarro a um amigo ou comprar um maço de que abrir uma gaveta e pegar um ! Além disso, continue pedindo a ajuda de Deus, e faça isso com mais intensidade depois que parar de fumar - lucas 11:13
Inúmeras pessoas conseguiram” romper o relacionamento com este amigo falso e cruel- o cigarro. Você pode. Boa saúde e uma incrível sensação de liberdade estão a sua espera.

Para deixar de Fumar


Ajuda para NÃO FUMAR!
(...) Se você esta tentando para de fumar, larga o vício, as chances de ser bem sucedidos são maiores se estiver preparado para os obstáculos. Quais são os mais comuns?
- DESEJO DESESPERADO POR NICOTINA.
Esse desejo costuma atingir a intensidade máxima no período de três dias após o ultimo cigarro e depois diminui depois de duas semanas... Mesmo anos depois, porém, você talvez sinta vontade repentina de fumar. Se isso acontecer, não tome nenhuma ação precipitada. Espere uns cinco minutos, e o desejo passar.
- OUTROS SITOMAS DE ABSTINENCIA
No começo, as pessoas acham mais difíceis ficar acordadas ou se concentrar e pode ser que ganhem peso com mais facilidade. Outros possíveis sintomas são: dores, coceiras, suor intenso e tosse, além de mudanças de humor evidenciadas por impaciência, propensão á raiva ou até depressão. A maioria desses sintomas diminui dentro de quatro a seis semanas.
Nessa fase critica, há algumas coisas que você pode fazer ajudar. Por exemplo:
. Reserve mais tempo para dormir
. Beba bastante líquido, água ou suco. Como alimentos saudáveis.
. Faça exercícios com moderação.
. Respire fundo e imagine ar puro enchendo seus pulmões.
-FATORES DESENCADENTES:
Trata-se de atividades e sentimentos que podem desencadear um forte desejo de fumar. Por exemplo, se você bebia algo enquanto fumava, tente tomar aquela bebida mais depressa. É claro que com o tempo você poderá apreciar sua bebida com mais calma.
Em vista do que foi dito, conexões psicológicas podem pendurar muito tempo depois de seu corpo estar livre da nicotina. (...) mas, via das regras, a relação do cigarro com atividades específicas enfraquecerá com o tempo.
A situação é diferente quando o cigarro está associado a bebidas alcoólicas. De fato, no período em que estiver parando de fumar, você talvez precise se abster de álcool e evitar lugares onde essas bebidas são servidas, pois uma alta porcentagem de recaídas ocorre enquanto a pessoa está bebendo. Por que isso acontece?
- poucas doses de álcool bastam para aumentar o prazer causado pela nicotina.
- em geral, há uma forte relação entre beber socialmente e fuma.
- o álcool afeta o bom senso e deixa a pessoa mais desinibida. ...
EVITE DAR DESCULPAS
UMA TRAGADA NÃO VAI ME FAZER MAL.
Apenas uma tragada pode satisfazer até 50% de certos receptores de nicotina do celebro por três horas. Os resultados costumam ser uma recaída completa.
FUMAR ME AJUDA A LIDAR COM O ESTRESSE
Pesquisas mostram que anicotina na verdade aumentam os níveis dos hormônios do estresse. Qualquer aparente alívio do estresse pode ser um grande parte do resultado da ausência temporária dos sintomas de abstisnêcia.
JÁ FUMO HÁ MUITOS ANOS
O pessimismo enfraquece a determinação...
EU NÃO VOU AGÜENTAR OS SITOMAS DE ABSTINÊNCIA.
È verdade que os sintomas de abstinência são fortes, mas eles diminuíram de intensidade em poucas semanas. Então, não desista! Se der vontade de fuma meses ou até anos depois, isso vai passar, provavelmente em apenas poucos minutos. - desde que você não acenda um cigarro.
TENHO UM DISTURBIO MENTAL.
Se estiver tratando um distúrbio mental, como depressão ou esquizofrenia, peça a ajuda de seu médico para parar de fumar...
SE EU TIVER UMA RECAIDA, VOU ACHAR QUE SOU UM FRACASSO.
Se Você tiver uma recaída- como acontece com muitas pessoas que tentam para de fumar-, sua situação não estar perdida simplesmente se levante e continue em frente. Uma recaída não significa um fracasso. Desistir é que é um fracasso. Então, não desista com o tempo. Com o tempo, você vai conseguir!
VOCÊ CONSEGUE!
Chegou a hora de ser corajoso e agir... Que outras coisas você pode fazer para aumentar suas chances de parar de fumar?
Marque uma data - o departamento de Saúde humanos, dos EUA, recomenda que, depois de ter decidido parar de fumar, você não deve esperar mais do que duas semanas para fazer isso. Assim sua motivação não enfraquecera. Marque o dia em seu calendário, avise seus amigos e não altere a data mesmo que as suas circunstâncias mudem.
Faça um carta anti-fumo - escreva nele coisas que podem manter você motivado, como:
Os motivos de você querer para de fumar
Os telefones de pessoas que você pode procurar quando se sentir que esta preste a ceder.
Pensamentos - talvés textos bíblicos como( gálatas 5: 22, 23)- que vão ajudá-los a alcançar seus objetivos.
Tenha seu cartão anti-fumo sempre com você e leia-o várias vezes por dia. Mesmo depois de ter parado, recorra ao cartão sempre que der vontade de fumar.
Mude seus hábitos relacionados ao fumo - antes da data marcada, comece a romper qualquer hábito relacionado com fumar. Por exemplo, se você fuma logo que acorda de manhã, faça isso uma ou duas horas depois. Se fuma durante a refeição ou logo em seguida, quebre essa rotina. Evite lugares onde as pessoas fumam. E, quando estiver sozinho, ensaie em voz alta: “ na , obrigado. Parei de fuma.”. essas dicas farão mais do que prepará-lo paro o dia marcado. Também servirão de lembrete de que logo você será um ex-fumante.
Acerte os últimos detalhes - a medida que a data se aproxima, faça um estoque de subtítulos orais: palitos de cenoura,chicletes, amendoim. Etc. lembre seus amigos e familiares do dia em que você vai parar de fumar e de como eles podem ajudá-los. Pouco antes do dia, livre-se dos cinzeiros, isqueiros e qualquer outra armadilha - como cigarro espalhados pela casa, no carro, nos bolsos ou no local de trabalho. Certeza é mais difícil pedir um cigarro a um amigo ou comprar um maço de que abrir uma gaveta e pegar um ! Além disso, continue pedindo a ajuda de Deus, e faça isso com mais intensidade depois que parar de fumar - lucas 11:13
Inúmeras pessoas conseguiram” romper o relacionamento com este amigo falso e cruel- o cigarro. Você pode. Boa saúde e uma incrível sensação de liberdade estão a sua espera.

UM DISCÍPULO NO CAMINHO

CONFISSÕES DE UM EX-CRISTÃO CONTRARIADO COM A RELIGIÃO.

Outrora Para mim a vida de um discípulo sempre esta ligada a igreja. O pior de tudo é que esta “igreja” que me refiro é a instituição denominacional, ou seja, fora das paredes eclesiásticas não existe discípulo do Senhor. Chegava a acreditar que uma igreja não funcionava sem a presença de um pastor, que comandasse tudo, mandando e desmandado.
Sabe quando é que eu comecei a enxergar que tudo isso era mentira? Quando as escamas dos meus olhos caíram, e eu pode enxergar os chifres de diabo da tal Teologia da prosperidade. Foi com os joelhos no chão que eu pedi a Deus que me mostra-se a verdade por trás do refulgo chamada Universal do reino de deus.creio eu que minhas preces foram ouvidas. Tudo que é oriunda a tal Doutrina, to fora!
Amei um site na NET que falava de Fé, decididamente estava convicto de navegar neste site sempre que possível. Mas bastou uma pregação vinda da confissão de Fé para eu abandonar tal site...
Foi a verdadeira revolução no meu ser!Comecei a ficar por um lado perplexo tudo o que até então tinha aprendido tinha que jogar fora, rever meus conceitos, era a hora da verdade.
O golpe final e definitivo foi quando o pastor presidente do ministério a qual pertencia, um assembleiano que abriu seu próprio ministério e progrediu. Sendo ele cabeça geral e comandando tudinho de uma sede, construída para abrigar 12 mil pessoas. No fundo eu o achava uma versão mais light do Bispo Macedo. Sabe aquela coisa de sede, dominação de obreiro, deliberação, abrir igrejas, conduzir o dizimo todo para lá, etc.? Der repente ele da uma ordem: “- acabou o culto de missões na igreja.”
Até termos uma secretaria de missões, bla, bla, bla, bla...
Eu amava missões e na minha cabeça qualquer restrição missionária era para mim uma heresia. Fui à lua e voltei! Revoltei-me, magoei e soltei os cachorros, foi o fim da picada. E agora o que fazer? Procura outra denominação?
Foi deste momento em diante que comecei a crescer, mesmo confuso sobre o discípulo e a igreja. A primeira lição foi fazer a desviculção de igreja com o local, espaço físico ou mesmo o templo. É incrível como esta é uma realidade que todos os cristões conhecem, mesmo assim eles se perdem sem entender! Foi assim comigo. Hoje sim, sei que igreja não tem nada haver com local, nem muito menos com o templo. A maior mentira que afirmamos a nós mesmos é dizer que vamos para a igreja, a casa de Deus. Dando assim a afirmação de um local geográfico.
Outra lição que aprendi foi que igreja e congrega-se tem um significado distinto. Uma coisa é igreja, outra é congrega-se. Porém quando não se distingui uma da outra, acabamos ficando desnorteados. A igreja é universal, ela não esta presa a denominação, nem muito menos a comunidade alguma. Ela em verdade são os filhos de Deus em toda parte do mundo, que mergulharam no mesmo Espírito dado por Deus que o mundo não pode receber, nem o conhece.
Agora sim estes são discípulos, que chamados, caminham no caminho chamado Jesus, lavando os pés um dos outros e amando com o mesmo amor do mestre. O discípulo é discípulo onde for, seja em um lugar remoto da terra ou no mais profundo abismo, ele continua sendo discípulo, indo ou vindo, sem medo, esquizofrenia, pavor ou prisões. Fomos chamados para a liberdade, indo e dando frutos, mostrando a todos as nossas boas obras. Até que o mundo diga: “estes são filhos de Deus!”
...continuo andando no caminho chamado Jesus, e a cabei por descobrir que este caminho tem muitos percursos a ser traçado, assim nos faz frutificar. Desvincular-me da religião foi um dos percursos, que na realidade ainda vivencio. Não sabia que isto chocava as pessoas! Nem mesmo tinha noção de que neste percurso, eu havia contrariado a tudo que pensava e vivenciava no passado. Como alguém pode se dizer seguidor de Jesus fora das paredes eclesiásticas? Que outra igreja existe sem nome, documentos e legislação? Tempos atrás isto para mim era impossível, sem cogitação e totalmente herético. Toda minha visão estava voltada ao clero e sua postura ditatorial das circunstancias e posições da igreja. Hoje descobri que vivi alienado!
Quando digo para as pessoas que sai da igreja ( Denominação) elas se chocam. Sei, sei sim! Elas vinculam a igreja com a santidade do individuo. O deus do povo ta dentro das quatro paredes, ele não tem a liberdade de andar nos corações. Digo isto, pois sei o que rola de preconceito entre protestantes e católicos. Para os crentes é impossível que Deus esteja no meio (agindo) dos carismáticos católicos!
Mas Deus não pode ser controlado por homens, e nem muito menos por religião. A instituição igreja perdeu o sentido para mim. Seus cultos litúrgicos ficaram chatos e exaustivos. Seus propósitos para mim viraram loucura, até apouco tempo atrás, tinha por certo que estaria presente, fazendo parte de seus movimentos, tipo: Evangelismo. Não deu! Já não sei distribuir planfetos, nem muito menos chamar ninguém pra igreja. Já não tenho obsessão por culto dominical... Eu não quero conduzir ninguém a levantar a mão, ou até mesmo confessar para mim, ou diante o publico que esta aceitando “Jezus”.
Mas tudo bem, quem quiser assim , fique assim. Eu vou seguir no caminho. Deus também é livre para estar no meio da denominação, até mesmo da Universal! Vi isto com os meus próprios olhos, vivenciei isto com minha querida mãe...
Posso falar sobre poucas coisas que aprendi neste pequeno percurso que caminhei e vou compartilhar com muitos.
Farei uma relação do que penso (hoje) em relação o que a igreja institucional pensa. Escreverei o tema e logo abordarei o que a denominação pensa e logo após, o meu pensamento.
IGREJA
O que a denominação pensa:
- instituição divina conduzida pelo clero com um líder por absoluto, tipo; bispo, apostolo, pastor presidente, sínodo, etc. e ramificada em diversas denominações e correntes de pensamentos que embora diferentes seguem a cristo para ir ao céu.
O que eu penso:
-corpo de Cristo, sem nome, sem legislação e membresia, com templo ou sem templo. Constituído de todos, independente de raça, posição social, mas que se uniram a cristo em um só ESPÍRITO. Isto é universal. ( já fazem parte do Céu)
CONGREGAR-SE
O que a denominação pensa:
-participar dos cultos e filia-se a uma denominação, onde tenha a presença de um pastor. E onde se pregue a bíblia.
O que eu penso:
-em qualquer lugar onde se reúna dois ou mais, em nome de Jesus e sirvam-se uns aos outros em amor.
CULTO
O que a denominação pensa:
-tem que ser um momento de adoração com liturgia e tendo a parte principal a pregação.
O que eu penso:
- um dos momentos de adoração, onde se reuni-se a igreja, com participações espontânea e estimulação do amor.
DIZIMO
O que a denominação pensa:
-parte obrigatória e devida de todo cristão.
O que eu penso:
-só com amor,misericórdia e fé.
PASTOR
O que a denominação pensa:
-ungido de Deus, com poder absoluto sobre a igreja. Com autoridade para mandar e desmandar corrige. O principal individuo no culto litúrgico.
O que eu penso:
- parte do corpo de Cristo, igual aos demais sem ser maior, melhor ou absoluto.
Com capacitação divina de instruir, exorta corrige em amor e mansidão, cuidando assim da ovelha.
CRISTIANISMO
O que a denominação pensa:
- verdadeira religião de que m segue Jesus.
O que eu penso:
- mais uma alienação humana
RELIGIÃO
O que a denominação pensa:
-é de pessoas que não tem Jesus. Sendo que se há uma verdadeira, esta se chama cristianismo.
O que eu penso:
- cristianismo, macumba, espiritismo, satanismo. Tudo é religião.
A verdadeira é dar de comidas aos pobres e visitar os necessitados.
DISCIPULO, SERVO OU CRENTE.
O que a denominação pensa:
-todo individuo que aceitou Jesus na igreja, e que vive nela com o propósito de ganha almas.
O que eu penso:
-o que caminha unido a cristo, sendo preparado para viver o dia a dia.
EVANGELISMO E MISSÕES
O que a denominação pensa:
- missões e evangelismo tecnicamente são a mesma coisa. Abrir uma igreja, evangelizar e discípula.
O que eu penso:
-nós que estamos em Cristo somos missões e evangelismo.
TEOLOGIA
O que a denominação pensa:
-ciência que embora não tenha muita importância para o crente, deve-se respeito, pois se trata do estudo de Deus.
O que eu penso:
- que diabo é isso?
TEMPLO
O que a denominação pensa:
- embora não tenha nenhuma importância, acaba tendo toda importância do mundo. Pois é a casa de Deus, lugar de adoração...
O que eu penso:
- gostaria que fossem destruídos todos os templos até que se resta só o corpo!
Sobre alguns termos usados pela “igreja”.
VAMOS PRA IGREJA
Denominação: é ir ao templo onde se assiste um culto litúrgico com os demais crentes.
Eu: não existe.
DEVEMOS NOS CONGREGAR
Denominação: tem que ser em uma denominação evangélica que pregue a bíblia. E so pode ser uma, para não confundir a cabeça do crente.
Eu: onde puder estar em amor com os que estão em cristo.
O ALTAR É SAGRADO E PARA PESSOAS SAGRADAS
Denominação: local que se prega a palavra e tem que estar ungido e consagrado. Não pode estar em pecado.
Eu: não existe.
NÃO TOQUE NO PASTOR, POIS ELE É UM UNGIDO DE DEUS.
Denominação: o pastor pode deitar e rolar ele é um ungido de Deus. Devemos lembrar de Davi e Saul.
Eu: não devemos falar mal e nem ferir ninguém, seja pastor ou não. O que parece ter menos honra no corpo de vamos dar mais honra.
ACEITAR JESUS.
Denominação: ir a igreja ou receber o apelo de um servo de Deus. Para assim confessar em publico que será crente.
Eu: termo maluco e alienado.
PAZ DO SENHOR
Denominação: saudação entre os crentes.
Eu: hipocrisia.

domingo, 12 de setembro de 2010

TENDENCIAS SUICIDA- Parte I



Suicídio - aspectos psicossociais e um pouco de história


É difícil precisar quando o primeiro suicídio ocorreu, mas ele parece estar sempre presente na história da humanidade. A Enciclopédia Delta de História Geral registra que, em um ritual no ano 2.500 a.C., na cidade de Ur, doze pessoas beberam uma bebida envenenada e se deitaram para esperar a morte. Recorrendo a livros religiosos como a Bíblia, por exemplo, é possível também encontrar os registros de alguns suicidados famosos - Sansão, Abimelec, Rei Saul, Eleazar e Judas.
O suicídio de pessoas famosas foi sendo registrado, porém a história oficial ignorou os inúmeros cidadãos comuns suicidados. No entanto, historicamente, é possível constatar a maneira como a sociedade tratou os suicidados e como este tratamento foi se alternando, cabendo observar, com especial atenção, o suicídio enquanto questão política tratada de diferentes maneiras pelo Estado.
Na Antiga Grécia, um indivíduo não podia se matar sem prévio consenso da comunidade porque o suicídio constituía um atentado contra a estrutura comunitária. O suicídio era condenado politicamente ou juridicamente. Eram recusadas as honras de sepultura regular ao suicidado clandestino e a mão do cadáver era amputada e enterrada a parte. Por sua vez, o Estado tinha poder para vetar ou autorizar um suicídio bem como induzi-lo. Por exemplo, em 399 a.C., Sócrates foi obrigado a se envenenar.
Em outras culturas do primitivo mundo ocidental, era dever do ancião se matar para preservar o grupo cuja solidez estava ameaçada pela debilitação do espírito que habitava o corpo do chefe de família. Ocorria "(...) uma franca indução comunitária ao suicídio, religiosamente estimulada e normativamente legitimada." (Kalina e Kovadloff, l983, p. 50)
No Egito, se o dono dos escravos ou o faraó morriam, eram enterrados com seus bens e seus servos, os quais deixavam-se morrer junto ao cadáver do seu amo. Também no Egito, desde o tempo de Cleópatra, o suicídio gozava de tal favor que se fundou a Academia de Sinapotumenos que, em grego, significa "matar juntos".
Em Roma, como em Atenas, adotou-se em relação ao suicídio atitudes diferentes, legitimando a morte do senhor que se matava e condenando a morte do escravo suicidado. O senhor, um homem livre, ao se matar, exercia sobre si mesmo o direito próprio de sua condição social, amparado no espaço político pela lei pública. O escravo, porém, matando-se, ia contra a autoridade do senhorio, contestando seu poder e diminuindo seu capital, o que era contra a lei familiar predominante no espaço doméstico. O gesto suicida, glorificado no cenário político, era condenado quando se tratava de um escravo porque o valor do ato era inseparável da condição social do indivíduo. Entretanto, ao matar-se, a denúncia do escravo ia além da sua condição social e além do espaço doméstico porque colocava em xeque os valores universais de liberdade e justiça, os quais aparentavam ser exclusivos do seu senhor quando este lutava na defesa de sua cidade e de seus privilégios. De fato, é em defesa de liberdade e justiça, que Catão, chefe de clã, comete suicídio para se opor ao poder soberano de César. Mata-se para servir às leis e às liberdades da República contra a morte delas - pelo menos as da aristocracia senatorial - imposta pelo Império Romano. O suicídio de Catão não se constitui em um ato que prejudica a estrutura comunitária, como afirmava Aristóteles, mas em um ato de quem permanece fiel à sua comunidade. No Império, o Estado torna-se propriedade privada de César, onde os cidadãos são agora súditos livres para agir, mas não tão livres para morrer porque podem ter os bens confiscados em favor do Estado, penalidade esta aplicável aos militares e aos condenados ou detentos a espera de julgamento que suicidassem, desde que seus herdeiros não conseguissem demonstrar sua inocência.
Se quatro séculos antes e quatro séculos depois de Cristo o suicídio é ora tolerado ora reprimido, sua reprovação vai se reforçando durante os primeiros séculos da era cristã até que seja totalmente condenado no século V por Santo Agostinho e pelo Concílio de Arles (452 d.C.), seguido depois pelos de Orleans, Braga, Toledo, Auxerre, Troyes, Nimes, e culminando com a condenação expressa de todas as formas de suicídio no "Decret de Gratien", um compêndio de direito canônico do século XIII. Na Idade Média cristã, o suicídio é condenado teologicamente. A Europa cristã acaba com as diferenças entre o suicídio legal e ilegal: matar-se era atentar contra a propriedade do outro e o outro era Deus, o único que criou o homem e quem, portanto, deveria matá-lo. A vida do indivíduo deixa de ser um patrimônio da comunidade para ser um dom divino e matar-se equivale a um sacrilégio. O suicidado não tem direito aos rituais religiosos, seus herdeiros não recebem os bens materiais e seu cadáver é castigado publicamente, podendo ser exposto nu ou queimado. Os suicidados são igualados aos ladrões e assassinos e o Estado e a Igreja fazem tudo para combater os suicídios.
A sociedade foi reprimindo o suicídio até a Revolução Francesa, a qual aboliu as medidas repressivas contra a prática do suicídio, o que para Kalina e Kovadloff(1983) significou que a conduta suicida deixou de comprometer a estabilidade do Estado. O suicídio assumiu, assim, um caráter que oscila entre o quase clandestino, ou francamente clandestino, e o patológico. É um gesto solitário, dissimulado, uma transgressão. Eles escreveram:
"Entre a pessoa e a comunidade começou a se abrir, em meados do século XVIII, uma distância que duzentos anos mais tarde terminará constituindo as múltiplas formas de incomunicação contemporânea. Por isso, mais que um ato de indulgência estatal frente ao indivíduo, deve-se ver nesta liberalização progressiva das normas punitivas com respeito ao suicídio uma expressão de irrelevância social que começa a pesar sobre a pessoa. Ou seja, não se contempla o suicídio com tolerância porque se o compreende, mas porque já não se lhe atribui maior transcendência coletiva." (Kalina e Kovadloff, l983, p. 54)
O estudo de Durkheim(1987), analisando os suicídios ocorridos no século passado, tornou-se obra clássica da sociologia por chamar a atenção sobre a significação social do suicídio pessoal - o suicídio é uma denúncia individual de uma crise coletiva. Já o estudo de Kalina e Kovadloff merece destaque porque parte da premissa de que em cada sujeito que se mata fracassa uma proposta comunitária. Eles analisam a sociedade atual com clara intenção de entender o suicídio como existência tóxica. A existência tóxica é a vida vivida de forma que o ser humano esteja se matando no cotidiano, todos se matando em comum acordo através de uma maneira de viver perigosa para a saúde. Uma existência tóxica é uma vida envenenada porque vive daquilo que a aniquila, promove e perpetua a alienação humana e fomenta o apoio às contradições que a destrõem. Para tanto, multiplicam-se as condutas autodestrutivas como o armamento nuclear, a contaminação do planeta e, até mesmo, a despersonificação urbana do homem contemporâneo. Enquanto na concepção clássica o suicídio é o ponto final de um processo, Kalina e Kovadloff(1983) afirmam que o suicídio é o processo em si mesmo.
O fato é que, apesar da Revolução Francesa ter abolido as medidas repressivas contra a prática do suicídio, aparentando que a conduta suicida não compromete a estabilidade do Estado, uma observação primeira da relação suicidado-sociedade indica que há um movimento social organizado de prevenção ao suicídio, o qual mobiliza os poderosos meios de comunicação modernos e instituições como, por exemplo, o CVV-Centro de Valorização da Vida. Ou seja, há um confronto latente na complexa estrutura social moderna entre dois movimentos: o dos suicidados e outro que se lhe opõe.
Partindo do pressuposto que o suicídio é um processo em si mesmo que não termina com a morte e, ainda, que o suicídio é um gesto de comunicação entende-se que o indivíduo se mata para relacionar-se com os outros e não para ficar só ou desaparecer. A morte é o único meio que o sujeito encontra para restabelecer o elo de comunicação com os outros.
Fernando Sabino(1986), na crônica intitulada "Suíte Ovalliana", conta que Jayme Ovalle, questionado a respeito do suicídio, disse: "É um ato de publicidade: a publicidade do desespero."(p. 144) Desde dezembro de 1990, a publicidade do desespero dos índios guaranis de 16 a 22 anos, em Mato Grosso do Sul, ocupa as páginas dos jornais brasileiros, obrigando as autoridades governamentais a se interessarem por esta crescente onda de suicídios por enforcamento e por ingestão de veneno.
A questão a ser discutida é: não é o suicídio um gesto de comunicação, a transmissão de uma mensagem individual para a sociedade? A resposta violenta do suicidado é sua busca em comunicar-se, transformando-se, porque a sociedade não lhe permitiu antes que o fizesse. Quando lhe foi impossibilitado comunicar-se, cortaram-lhe também sua influência sobre a sociedade, a qual se restabelece através de seu gesto suicida, mesmo que não seja uma pessoa famosa. Note-se que o termo "suicida" não clarifica qual é a condição do indivíduo. Por isto, é preciso fazer uma distinção entre os termos "suicidando" - aquele que ameaça e/ou tenta suicídio e que pode ser chamado de ameaçador ou tentador; e "suicidado" - aquele que efetivamente se matou.
O suicidado pratica um ato de comunicação e não um gesto solitário e que, além de tudo, é uma comunicação para uma sociedade que o impede de comunicar-se de outras formas que não seja através deste gesto.

Taxas de suicídio
Durkheim concluiu que:
taxas de suicídio são maiores entre os solteiros, viúvos e divorciados do que entre os casados;
são maiores entre pessoas que não têm filhos;
são maiores entre protestantes que entre católicos.
As razões para estas diferenças entre as taxas de suicídio incluem:
mais importante, a interpretação da morte. Devido a pequenas diferenças entre protestantes e católicos — especificamente porque o suicídio é um pecado mortal entre os católicos e protestantes ;, um suicida numa comunidade católica (mesmo esclarecendo os motivos numa nota de suicídio) é visto primariamente como um pecador;
comunidades católicas tendem a ser um pouco mais integradas que as protestantes, com laços familiares mais próximos. Quebéc, no Canadá, é um dramático paradoxo a esta afirmação: a taxa de suicídio per capita entre os oficialmente católicos é alarmante, principalmente entre os jovens, e atribuída é à rápida decadência da prática religiosa comunitária. De forma similar, pessoas casadas e/ou com filhos são menos propensas a cometer suicídio. Elas simplesmente têm mais motivos para viver.
Sem dúvida alguma quando Durkheim, constatou números de fato de suicídio entre católicos e protestantes se baseou nas estatísticas da época,o que hoje foge completamente da realidade e entra no contraditório tanto pelos percentuais, como por novas estatísticas; o que nos faz refletir um pouco acerca do seu conceito.
De acordo com Durkheim, o meio social católico tem níveis de integração sociais normais, enquanto o meio protestante tem níveis baixos. Durkheim então definiu o suicídio como o ato de muitas relações sociais e concluiu que o suicídio pode ser causado por vínculos sociais fracos. Durkheim acreditava que o vínculo social era composto de dois fatores: a integração social (ligação a outros indivíduos dentro da sociedade) e a regulação social (ligação com as normas da sociedade). Ele acreditava também que taxas de suicídio podem aumentar em extremos de ambos os fatores.
Tipos de suicídio
Durkheim diferenciou três tipos de suicídio:
- Suicídio egoísta
O egoísmo é um estado onde os laços entre o indivíduo e os outros na sociedade são fracos. Uma vez que o indivíduo está fracamente ligado à sociedade, terminar sua vida terá pouco impacto no resto da sociedade. Em outras palavras, existem poucos laços sociais para impedir que o indivíduo se mate. Esta foi a causa vista por Durkheim entre divorciados. Em outras palavras, o indivíduo se mata para parar de sofrer, como por exemplo o fim de um relacionamento com outro indivíduo.
- Suicídio altruísta
O altruísmo é o oposto do egoísmo, onde um indivíduo está extremamente ligado à sociedade, de forma que não tem vida própria. Indivíduos que cometem suicídio baseado no altruísmo morrem porque acreditam que sua morte pode trazer uma espécie de benefício para a sociedade. Em outras palavras, quando um indivíduo está tão fortemente ligado à sociedade, ele cometerá suicídio independentemente de sua própria hesitação se as normas da sociedade o levarem a tal.
Durkheim viu isto ocorrer de duas formas diferentes:
onde indivíduos se vêem sem importância ou oprimidos pela sociedade e preferem cometer suicídio. Ele viu isto acontecer em sociedades "primitivas" ou "antigas", mas também em regimentos militares muito tradicionais, como guardas imperiais ou de elite, na sociedade contemporânea;
onde indivíduos vêem o mundo social sem importância e sacrificariam a si próprios por um grande ideal. Durkheim viu isto acontecer em religiões orientais, como o Sati no Hinduísmo. Alguns sociólogos contemporâneos têm usado esta análise para explicar os kamikazes e os homens-bomba.
-Suicídio anômico
A anomia é um estado onde existe uma fraca regulação social entre as normas da sociedade e o indivíduo, mais freqüentemente trazidas por mudanças dramáticas nas circunstâncias econômicas e/ou sociais. Este tipo de suicídio acontece quando as normas sociais e leis que governam a sociedade não correspondem com os objetivos de vida do indivíduo. Uma vez que o indivíduo não se identifica com as normas da sociedade, o suicídio passa a ser uma alternativa de escapar. Durkheim viu esta explicação para os suicidas protestantes.
Algumas fontes ainda relacionam o suicídio fatalista a Durkheim, porém em sua obra "O Suicídio", de 1897, ele cita apenas tais três. mas também é quando uma pessoa é abandonada diante da sociedade sem a mínima condição de sobreviver.

curiosidades
Suicídio é a morte intencional de si mesmo. A causa mais comum é um transtorno mental subjacente, que incluem depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas.
- As dificuldades financeiras ou outras situações indesejáveis desempenham um papel significativo.
- Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se a décima causa de morte no mundo.
- É uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35.
- Opiniões sobre o suicídio tem sido influenciadas pela ampla vista cultural sobre temas existenciais como a religião, a honra e o significado da vida.
- As religiões abraâmicas consideram o suicídio uma ofensa a Deus, devido à crença religiosa na santidade de vida.
- No Ocidente, foi muitas vezes considerado um crime grave. Por outro lado, durante a era samurai no Japão, era respeitado como um meio de expiação para o fracasso ou como uma forma de protesto.
- No século 20, o suicídio, sob a forma de auto-imolação era utilizado como uma forma de protesto, e sob a forma de kamikaze e os atentados suicidas como uma tática militar ou terrorista.
- Sati é uma prática funeral hindu no qual a viúva se imola na pira funerária de seu marido, seja voluntariamente ou sob pressão da família e sogros.
- Suicídio medicamente assistido é atualmente um assunto controverso ético que envolvem as pessoas que são doentes terminais, com dor extrema, ou tem uma qualidade mínima de vida através de lesão ou doença.
- O auto-sacrifício para os outros não é geralmente considerado suicídio, como o objetivo não é matar a si próprio, mas sim para salvar outra pessoa.Mas, não tente algo parecido com isto!

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